Hetfield não é mais capaz de cantar com maestria e agressividade suas próprias linhas, Kirk não é capaz de usar uma guitarra adequada ao thrash metal muito menos de esconder seu wah-wah por mais de dois minutos, Lars esqueceu como usar a técnica que tanto tinha. O único que escapa é o não-veterano Trujillo. E o que nos sobra são obras, de composições interessantíssimas – embora com tanto conteúdo desnecessário a ponto de nenhuma delas ter menos de 6 minutos -, mas de instrumentistas que, um dia, foram lendários, e hoje são apenas sombra.
Uma consideração importante a se fazer, como fã, é que o fato de Metallica não render mais discos brilhantes não o caracteriza como banda morta. Seus shows ainda são interessantíssimos e cheios de energia. Aqui, discuto apenas o Metallica lançador de discos.