Tá calor até de noite
Abacate Contemporâneo no Coletivo Espaçonave
Mega Man X DiVE
Taiwan
América Latina
Muita gente terminou o namoro ou o casamento essa semana
Dica do programador
Momento crente
É, e não é que o calor veio pra ficar?
Não vou usar meu blog pra falar de mudanças climáticas, aquecimento global, etc. Quem quer saber sobre esse assunto deve se informar por cientistas que podem ajudar com informações a respeito. Ou sei lá, ouve esses podcasts de ciência que tem por aí, você vai esbarrar nesse assunto. Todo podcast de ciência já deve ter falado ao menos uma vez sobre mudanças climáticas. Todo podcast de política também. Até mesmo vários podcasts de, sei lá, crente, em algum momento devem ter falado disso, o meu medo é que alguns deles tenha sido pra falar bosta reacionária mas faz parte.
Enfim, eu odeio o calor. Assim como odeio o frio. Já dizia o filósofo, zero graus tá bom. Mentira. Mas realmente sou dessas pessoas que detestam qualquer temperatura que esteja muito distante do raio de 15 a 20 graus, que considero um morno. Talvez seja frio demais pra pessoas de alguns pontos do nordeste, do norte, do Rio de Janeiro e tal, e com certeza muito curitibano e outras pessoas mais ao Sul vão falar "ah, isso tá calor". Tá calor o caramba, vocês não me enganam. Sou paranaense, tenho parente em Curitiba, em Cascavel, e no Rio Grande do Sul também, inclusive já dei uns rolês em Porto Alegre, e sei muito bem que o morno é 15 graus sim, que com 10 graus tá todo mundo chorando mas tentando pagar de fodão pra falar que "ah, nem tá tão frio assim, no frio mesmo aqui neva e faz -15 graus".
Passou pra baixo de 0 graus você só senta e chora. Não tem mais o que fazer, o inferno já chegou, não tem como ficar pior. Assim como no calor. Chega uma hora que 35 graus, 40 graus, nem faz diferença mais, só muda a quantidade de tempo que você leva pra desmaiar, o medo que você tem do computador queimar, do celular explodir, coisas assim. É tudo horrível. Só o morno salva. Se Deus vomita os mornos o problema é dele.
Chegando no ponto mais importante: enquanto pessoas mais baixas discutem se home office deve ser abolido ou não, a discussão realmente relevante é se pessoas que trabalham em casa deveriam receber um ar condicionado instalado como instrumento de trabalho. Talvez um umidificador de ar, também. É genuinamente impossível trabalhar com a mente num calor de 40 graus, ela vira um pudim e vai bem devagarinho derretendo, os pensamentos se dissolvendo nesse pudinzaço, as linhas de raciocínio começam e não terminam, até a distração não distrai, o foco máximo vira o calor.
"Ah mas aí que a gente precisa ir pro escritório" pra falar a verdade, existe uma possibilidade de eu pensar em escritório como argumento pra isso: se cada um tiver sua própria sala, com seu computador e uma boa janela. A minha memória mais vívida de escritório é eu sofrendo com falta de ar e com os olhos secos e ardendo porque, afinal de contas, uma pancada de computadores estão na sala, ligados, torando o pau, com um ar condicionado que já naturalmente seca o ar do lugar, tudo aquilo meio fechado ou no máximo não aberto o suficiente. Mais doenças respiratórias, mais viroses. Desde que passei a trabalhar em casa, nunca mais tive problema com nenhuma dessas coisas. Então é isso, acha que escritório é solução pra essa questão? Uma sala bem arejadinha pra cada trabalhador, com ar e janela, e boa. Do contrário, não temos argumento.
Enfim, eu odeio o calor. Mas não tentem me convencer de que é melhor do que o frio, eu odeio igualmente o frio.
(na verdade, só consigo imaginar uma pessoa criando um debate enorme e exaustivo sobre frio vs. calor no Twitter. De resto, não sei se isso existe)
Vou ser sincero: acho que as melhores bandas de rock do Brasil estão no Paraná. Talvez, as melhores bandas de rock do Brasil estejam nesse eixo entre Londrina e Maringá. Nunca fui num show de grande porte, daqueles que você paga mais de 100 reais pra ver a banda num estádio enorme, uma hiperprodução, mas não sei até que ponto gostaria de ver uma coisa dessas. Não que seja ruim, deve ser ótimo, só não sei se tenho paciência de estar junto com centenas de pessoas e tão longe do palco. Na verdade, embora eu fique bem soltinho num show, até eu me convencer de estar num lugar com tantas pessoas juntas interagindo é um desafio, daí o fato de eu ver tão poucas bandas. Também detesto a ideia de beber pra ficar mais sociável, prefiro só beber quando encontro uma bebida interessante, esse negócio de “vou beber para” o primeiro passo pro alcoolismo e não boto minha mão no fogo por isso mas também não discuto, sou neto de alcoólatras, não sou tão aberto assim ao álcool.
As duas vezes em que fui no Coletivo Espaçonave foram ambas parte das melhores experiências musicais da minha vida, e isso inclui de fato as composições das bandas que estavam lá. O Mão Rítmica Azul, o Caburé Canela e agora o Abacate Contemporâneo. Também gostei muito do trabalho da DJ Higa Hashi, aprendi a apreciar bem mais depois que descobri que pilotar essas caixinhas mágicas de som é difícil e bastante divertido. Nem imaginava que alguém faria isso com funks dos anos 70-80 de um jeito tão bonito, mas isso vem do fato de eu ser burro, já que provavelmente faziam exatamente isso nos anos 70-80 e era o normal.
Pra falar a verdade, é estranho estar nessa posição onde as bandas que mais gosto em atividade estão na minha cidade, tocam nos lugares que posso ir e frequentar, são pessoas que falam com o meu sotaque, algumas delas (raras, mas existem) da mesma região que eu, estudando em escolas como as que eu estudei. Parece um bairrismo tão enraizado que não consigo enxergar, ou talvez tenha a ver com o fato de que eu e eles estamos na mesma cidade, respiramos o mesmo ar, usamos os mesmos palcos para muitas cenas importantes da vida, então o sentimento de identificação com o que eles fazem é enorme e isso, por si só, seja um exercício potentíssimo de apreciação e experimentação da arte.
Também nunca tinha experimentado viver uma música como um ato político num show*, o que aconteceu num momento ali em que eles tocaram duas músicas, uma em especial sobre o dia 29 de Abril de 2015, inesquecível para qualquer paranaense com o mínimo de consciência social. Me lembro muito bem do 29 de Abril, o dia em que todas as minhas convicções políticas formadas em lorota conservadora foram abaladas pela primeira vez, porque sou filho de professor do Estado e acompanhei muito mais de perto do que o silêncio sepulcral das mídias permitia ver. Minha desculpa do momento foi dizer que o governo do Paraná não era a Direita Verdadeira, o que é meio ridículo, mas não gosto de escrever sobre esse assunto. Só posso dizer que vi de perto e me revoltei com aquilo que houve de concreto. E que essas pessoas cantando também tinham a mesma revolta que eu e, assim que peguei a letra da música, comecei a cantar com muita raiva, parei de dançar, sangue no olho. É muito emocionante ver a arte mantendo vivo esse dia, e muito revoltante saber que só a arte e alguns outros setores da sociedade fazem isso.
Para uma infinidade de paranaenses, aquele dia nem aconteceu.
Só não me conformo em como essas bandas perfeitas estavam debaixo do meu nariz o tempo todo e eu nunca tinha ouvido antes, talvez porque eu tenha passado 20 anos da minha vida sem sair de casa, e gastado mais uns bons anos só saindo para rolês de igreja. Perdi muita coisa. Ou talvez não tenha perdido, talvez tenha sido a hora certa pra descobrir onde está a minha cidade politicamente e artisticamente. Vai ser triste se eu descobrir isso e, por um acaso, acabar me mudando. Tomara que não aconteça.
Só ouçam Abacate Contemporâneo. Pode fazer piada com o nome, mas o negócio é bom demais, é absurdo, assustador de bom. Caburé Canela e Mão Rítmica Azul também. A cena artística londrinense é o que há de melhor no Brasil. Talvez porque muita merda aconteça aqui, um apagamento cultural intenso e diário, e nós precisemos resistir muito nesse sentido.
*Acabei lembrando que foi a segunda vez. A primeira foi no show do Caburé Canela, quando eles deram os nomes a cada entidade neofascista de Londrina e eu não fiquei (só) revoltado, fiquei em choque e reflexivo, principalmente na hora que eles falaram “pastores fascistas”. Reflexivo porque ali eu entendi tudo. Uma das bandas mais influentes da cena artística de Londrina agora associava as igrejas evangélicas, de Londrina, ao fascismo.
Eu ainda estava numa igreja onde muitas pessoas reproduziam fascismo em suas redes sociais, estava esperando a eleição passar numa última esperança de que esse espírito poderia ir embora mas, uns 6 meses depois, ouvi pessoas falando “Ustra torturou pouco”, descrevendo o que faltou o coronel fazer com a Dilma pra que ela não tivesse dado conta de chegar à presidência, e vi que não dava mais.
Então ali eu entendi que a igreja evangélica se meteu num negócio que fez com que ela perdesse uma geração inteira de jovens de Londrina, o que eu já falava antes mas ainda era dedução lógica, “profecia”, não tinha visto acontecer na minha frente. Ainda que possam acreditar que não, acreditar que sair numa noitada “em busca de almas” e conseguir conversar com algumas pessoas significa muita coisa. Conseguem trazer um jovem desse contexto e aí se apegam a esse jovem como se fosse um troféu, um sinal de que há esperança.
Eu sei, é difícil assumir que fez uma merda desse tamanho, mas a igreja perdeu, já era, bye bye. Existe uma galera que preferiria arrancar a própria vida a pisar numa igreja e, ainda que sempre exista um ou outro assim, a quantidade de pessoas agora é expressiva. Ninguém quer se associar com um movimento neofascista. Digo isso por identificação, aliás. Por mais que eu seja evangélico e acredite na Igreja, enquanto uma igreja estiver associada com esse tipo de coisa, eu também preferiria arrancar a própria vida a pisar nela, já que sei a sensação sufocante que é estar, ouvir atrocidades e perceber que é a opinião dos pastores então está tudo normalizado pela hierarquia e é você quem deve calar a boca pra não causar discórdia.
Mas enfim, nessa música do Caburé Canela eu fiquei reflexivo, na música do Abacate Contemporâneo fiquei só revoltado mesmo, agressivo, punho cerrado no alto, berro. Identificação total, parece que quando só você e sua família lembram de um ato de violência cometido pelo governo, diante de uma multidão que acha que não aconteceu nada, existe um sentimento de solidão que a gente se acostuma a ter. Quando vem uma banda dessas, diz “não podemos esquecer daquilo que aconteceu no dia 25 de Abril de 2015” e envolve todo mundo nisso, parece que essa solidão finalmente vai embora. É especial demais.
Estamos entregando para DEUS esse servidor, nessa terça-feira inclusive. Só não entendi muito bem se, às 17h, ainda haverá um reset e teremos jogo até a noite, ou se o servidor já será desligado nesse horário. De qualquer forma, é o último dia. É o fim.
Comecei a jogar o Taiwan em fevereiro de 2022, alguns meses depois de começar a conta no LATAM, ainda sem entender quase nada do jogo. Só tinha me acostumado a jogar todo dia, fazer todas as diárias, e fiquei um pouco mais interessado em entrar em alguma comunidade do jogo porque descobri que era possível encarar a rankeada, já que eu tinha acabado de terminar uma temporada no SA1.
Bem no começo eu tinha julgado que isso de rankeada era coisa de maluco, não conseguia passar do A, com um time de X, MegaMan.EXE e Mega Man. Esse time do SA veio depois, quando eu por muita sorte consegui tirar a Swimsuit Iris e o Awakened Zero, coloquei eles no time e notei que as habilidades deles eram boas. Ainda assim, é claro, eu tomaria uma surra de qualquer Ferham, Ultimate Armor X, outros Awakened Zero, Zero (Z), entre outros.
Além disso, veio o primeiro Guild Boss, um Wolf Sigma, e eu estava numa guilda onde a única pessoa que atacava consistentemente era eu. Esse foi o motivo principal de procurar uma comunidade, eu queria achar uma guilda melhor. Então entrei num chat do Telegram com uma galera que parecia saber tudo do jogo, saber até mesmo sobre personagens que não tinham chegado no servidor, aí descobri que o jogo estava muito mais avançado num tal "servidor Taiwan". Foi bem na época que o jogo estava pra sair na Steam, ainda para poucos países, então dei meus pulos pra conseguir jogá-lo, primeiro no celular e logo em seguida no PC.
Era pra ser só uma brincada, só pra ver como era o jogo naquele servidor e tal... acabou que adquiri o mesmo hábito terrível de jogá-lo todos os dias, fazendo todas as diárias, participando de todos os eventos. A princípio eu deixava quieto a rankeada porque eu mal tinha aprendido a pegar GA no LATAM que só tinha bonecos antigos, no Taiwan em plena ascensão de Super Bass, BassXX, Droitclair, Zinogre Iris e Crimson Valstrax Zero era impossível, eu não conseguia nem entender o que acontecia na partida. Também nunca levei a sério a competitividade dos Raid Bosses e Guild Bosses porque isso sim era incontornável, jogadores antigos são muito recompensados com bônus, você nunca vai bater o mesmo tanto que alguém que começou a conta junto com o servidor.
Mas eu levei esse servidor a sério, talvez mais do que deveria. Depois de upar um Hub Style MegaMan.EXE eu já estava pra jogo, porque era um char capaz de tombar vários personagens com um só golpe, bastava bastante precisão e habilidade. Depois veio o ProtoMan.EXE, que ainda era um personagem bom naquela época, ainda matava muita gente com dois cliques, bastava ter a precisão. Eu comecei a pegar GA, comecei a juntar EM para chegar a 25k e torrar tudo num único banner DiVE Festival, onde com certeza eu tiraria uma pancada de personagens bons e teria um time bacana pra peitar todo mundo.
Tudo bem, tudo ótimo, exceto que quando veio a Swimsuit iCO eu... é... digamos que gostei demais da personagem, vou deixar no ar se por motivos duvidosos ou não, e aí torrei 17k no banner dela e ela não veio. Fiquei muito frustrado, pensei "bom, talvez eu não devesse levar o Taiwan tão a sério", mas continuei sendo assíduo. E também continuei insistindo nesse banner, juntando insanamente 1k para dar mais um 10-pull, quebrando a cara, até que no 23º 10-pull faltando 4 dias para o fim do banner eu consegui ela. Não dava mais pra levar a sério aquele servidor, não com aquela conta, eu não tinha um personagem DiVE Festival sequer, era patético. Meu time nessa época era o Hub Style, a Roll.EXE e o ProtoMan.EXE, depois de eu descobrir que joguei no lixo várias memórias upando um Colonel que era totalmente ineficiente e depois uma Ultimate Armor X que era pior ainda naquele meta.
OK. Tudo triste, tudo lamentável. Até que eu tiro o DiVE Armor Zero num Single Pull sem pretensão de grandes coisas e, então, eu tinha o melhor personagem do jogo, bastava upar. Aí meus GAs foram ficando cada vez mais possíveis, mas nunca fáceis, porque os caras tinham um time todo de personagens matadores e eu... dependendo do time inimigo, só podia depender do Zero.
No final das contas, eu terminei o Taiwan sem ter um time incrível, esquecendo os últimos meses de EoS onde o jogo te deu tudo. O momento onde mais tateei vitórias fáceis foi ali em fevereiro, com três personagens DiVE Fest que tirei assim, no Single Pull milagroso: DiVE Armor RiCO, ViA final e DiVE Armor Zero. Também nunca mais consegui juntar EM desde aquela vez da Swimsuit iCO, sempre quando o personagem era bom demais eu me desesperava e gastava tudo no banner dele, para nunca tirá-lo. Fiz isso no DiVE Cross MegaMan e fiz isso na DiVE Armor Iris, não tirei nenhum dos dois. O meta naturalmente se tornou intragável depois da Next DiVE Armor X, a qual não consegui tirar, e tive que voltar a pedir para amigos me levarem ao rank mais alto e eu ganhar os prêmios.
Por outro lado, jogar no Taiwan me deu uma visão de jogo extremamente privilegiada para o LATAM. A minha conta do LATAM é perfeita, e isso só aconteceu porque eu já tinha em mente tudo o que aconteceria no futuro, assim como algumas daquelas pessoas do chat do Telegram. Eu sabia em quem apostaria minhas fichas no LATAM: Super Bass, ViA, DiVE Armor Zero, Gangsta Sigma, DiVE Armor Iris, Dante Trigger X e Next DiVE Armor X; maioria desses porque eram excelentes contra Guild Boss, os últimos dois porque sem eles o PvP se torna um pesadelo, e acabei tendo a grata surpresa de tirar a Shadow Armor X, embora quase tenha morrido pra tirar o Gangsta Sigma, tenha sido duro tirar o Dante Trigger X e alguns outros eu só tenha contado com uma boa sorte porque ficou mais difícil juntar.
Além disso, o Taiwan é o servidor onde o jogo funciona. Quem só jogou o DiVE nos servidores da NebulaJoy não imagina como era melhor jogar no Taiwan, no quesito estabilidade. É claro que o jogo é mais lento porque o servidor está do outro lado do planeta, e que é impossível lutar no PvP contra quem tem 10ms de ping porque você tem 300ms, mas... a confiabilidade das atualizações era muito maior, era muito mais difícil o jogo quebrar, às vezes eles faziam umas atualizações idiotas no metagame mas tudo bem, logo seria resolvido porque todo mês tinha APK nova, contra o LATAM que atualizava a cada 6 meses e tinha uns bugs que ninguém entendia porque nunca acontecia no Taiwan.
No final, o Taiwan foi o servidor oficial, mantido pelo pai da criança, pela Capcom. Eu acredito que a NebulaJoy um dia possa ter controle da situação e alcançar esse grau de estabilidade, mas não sei se eles querem, já que mesmo com a qualidade piorada nós continuamos jogando e eles continuam arrecadando uma boa grana com os baleias.
Mas vou sentir falta. Na verdade, fico feliz por tudo o que a Capcom fez por esse jogo, pela nossa comunidade internacional. Foi muito respeitoso da parte deles anunciarem o End Of Service ainda em Junho, deixando a gente se despedir do online por uns três ou quatro meses. Também foi muito legal eles terem lançado o Offline. Sei que foi só uma questão de que o DiVE se mostrou rentável e interessante de alguma forma, mas que bom que isso aconteceu, porque gostei mesmo do X DiVE, mesmo com tanta gente dizendo que o jogo "não tinha nada a ver com Mega Man", que o jogo era uma merda, feito nas coxas, etc etc.
Ficaria surpreso se visse um gacha feito com altíssima qualidade, gacha é podreira, é caça-níquel, e ainda assim a Capcom se preocupou de colocar vários personagens que interessavam a muita gente, colocar skills bem fiéis aos jogos originais. Não dá pra negar que jogar com o Super Bass é realmente como jogar com o Super Bass, a skill rasante dele e o Bass Buster são realmente habilidades usadas por ele no Mega Man 8, e isso se repete para todos. As armas são mesmo homenagens às armas e poderes usados ao longo da série, como o Air Buster que dispara o poderzinho do Air Man do Mega Man 2, a Howling Storm que dispara o poder do Storm Owl do Mega Man X4, a Deicide's Will que é a bazucona do Kraft do Mega Man Zero 4. Basicamente toda arma daquele jogo é uma arma já usada por alguém na série, só às vezes remodelada para corresponder ao meta do DiVE. É muito legal porque, embora não seja como jogar qualquer outro Mega Man (e sinceramente pouco importa), tudo ali corresponde a algo que existiu mesmo na série, tudo teve um pouco de carinho envolvido.
Assim, sei que já estou despedindo desde Junho, ou até desde Março se você parar pra pensar que a última vez que teve algo novo foi ali no lançamento da Next DiVE Armor X. Mas agora é de vez. Passei ótimos momentos nesse servidor do gacha maldito, vou sentir falta de bater ponto e já ir atrás de fazer as diárias às 18h. Vou ter um pouquinho mais de tempo livre, e acho que precisava mesmo desse tempinho. Mas foi muito bom. Até a próxima, Deep Log.
Por outro lado, aqui estamos com o LATAM. Não vou nem falar do LATAM, aliás. No LATAM saiu a Next DiVE Armor X e eu, graças a Deus, consegui pegar gastando apenas a bagatela de 2k, então o melhor personagem do jogo saiu facinho pra mim e minha conta ficou exatamente do jeito que sonhei.
O destaque inevitável aqui é o fiasco do servidor Global, com o lançamento do primeiro personagem original da NebulaJoy, o MAXIMUM MASSIMO. MAXIMUM MASSIMO. Isso mesmo. O personagem entra na linhagem de personagens, já existentes no Taiwan, que não passam de um revamp em personagens rank B/A, colocando uma aura Super Saiyajin e melhorando todas as suas skills. No caso do X (rank B), veio o S-Class Hunter X, transformando os pequenos mísseis do X em mísseis gigantescos, dando invencibilidade em cada uso de skill, entre outros. No caso do Zero (rank A), melhor ainda: o S-Class Hunter Zero não precisa mais ficar no chão pra usar skill, pode usar a skill de espada duas vezes, ganha invencibilidade, recupera vida, virou praticamente um personagem do meta.
Não é o caso do MAXIMUM MASSIMO. O MAXIMUM MASSIMO simplesmente recebeu um aumento de poder em porcentagem. As skills continuam iguaizinhas, não teve nenhuma novidade, não teve invencibilidade pra tudo, não teve escudo, não aumentou o range, nada.
Não bastasse isso, a atualização veio sem habilitar o banner e não tinha Cristo que resolvesse isso, então o Zero-X postergou a live de quarta-feira pra quinta. Chegando na quinta-feira, eles até tinham resolvido o problema, mas a Google Play e a Apple Store não aceitaram subir a correção com urgência, então... 30 minutos depois do horário combinado, ele resolveu avisar todo mundo que a live seria postergada pra sexta. OK. Quando chegou na sexta, o banner ainda não estava habilitado, mas parecia um problema server-side então ele conseguiu resolver. Aí, quando o personagem veio... veio todo bugado, não aparecia o nome dele quando saía no banner, o personagem ficava invisível no PvP, ou às vezes deixava outro personagem invisível, foi ridículo, ridículo mesmo.
Fiquei com pena do Zero-X. De fato, muitas vezes fico com pena do Zero-X, porque ele é um cara legal. Meio estressadinho às vezes? Claro, mas quem não seria tendo uma bomba dessa na mão? Não é fácil cuidar do DiVE, ele faz essa stream toda semana, não responde todo mundo mas responde muita gente, tira dúvidas, resolve problemas e bugs. Com certeza não é na velocidade ideal mas, olha, ao que parece, ele e o Axl são as duas pessoas que existem pro DiVE. No comecinho do LATAM tinha uma "Tron", mas ela desapareceu. Recentemente contrataram uma outra, mas acho que ela é só Social Media. A bucha é toda na mão desses dois, e acho que é mais na mão do Zero-X. Sei lá, eu sou programador, eu sou muito compreensivo com os caras.
Fiquei com pena sim, foi muito patético, e torço para que nas próximas vezes seja diferente. Foi o primeiro personagem deles. E tá na cara que é deles, que não foi a Capcom Taiwan, porque esse nome MAXIMUM MASSIMO não é algo que uma empresa muito séria faria, todos os nomes de skills dele são em Caps Lock e sempre nessa tônica MAXIMUM POWER ULTRA MEGA GALAXY que é meme total. Mas foi o primeiro. Quero acreditar que eles vão fazer mais, vão começar criando "S-Class" pra todos os chars AB, mas quem sabe tenha novidades reais aí, né? Quem sabe eles façam diferente, consigam fazer diferente, porque toda primeira vez é uma merda mesmo.
Fico na torcida. Fico feliz que quem aguentou essa bomba foi o Global e não a gente, embora todo mundo tenha sofrido com a falta de live e os códigos. Mas que a gente passou umas boas duas horas rindo dessa palhaçada no chat, a gente passou, porque não valemos nada.
Isso é ótimo, tenho certeza que a economia vai movimentar horrores porque as pessoas vão sentindo necessidade de comentar isso, de falar disso toda hora, discutir isso, debater, alguns vendedores de alguns mercados específicos usarão desses relacionamentos pra vender algo, e por aí vai.
Uma das coisas mais contraprodutivas que o ser humano gosta de fazer é dar palpite em relacionamento alheio. Acho que uma das maneiras mais virtuosas de se fazer isso é soltar aquela fofoca direta, venenosa, no alvo, juntar você e outras pessoas e ficar destilando até começar a se engasgar.
As outras maneiras eu considero muito menos bacanas: as pessoas que vem com aquelas reflexões, as pessoas que montam teorias sobre o que é saudável ou não num relacionamento, as pessoas que acham que eles deveriam ter insistido mais, as pessoas que vem falar que casamento é uma merda mesmo e é tudo mentira, as pessoas que vem defender o casamento como instituição ou sei lá o que, as pessoas não-mono, as pessoas que vem reclamar de pessoas não-mono. Tudo isso aí, sinceramente, é fofoca, mas um nível mais bagunçado de fofoca porque tentam fazer de conta que é outra coisa.
Até eu começar a namorar, ou na verdade até uns anos antes de eu começar um namoro, eu era relativamente famoso entre meus amigos por ter muito palpite pra dar em relacionamento. Muito conselho legal, sei lá. Ao mesmo tempo em que todo mundo sabia que haviam certas coisas que deveriam ser ignoradas, talvez pelo fato de que eu tinha muito a oferecer ao falar de sentimentos introvertidos, mas nada a oferecer sobre... os relacionamentos, propriamente ditos. Sobre lidar com outra pessoa.
Aprendi a lidar comigo mesmo bem cedo, o que é interessante para pessoas que não fazem ideia de como ficarem sozinhas e se ouvirem, e foi bem assustador descobrir que eu era bom nisso e não horrível porque pra mim todo mundo precisava disso pra sobreviver e todo mundo fazia melhor que eu. Mas não aprendi a lidar com outra pessoa tao cedo. Eu sempre tive muitas regras e fui muito implacável, sempre achava que o certo era o certo, o errado era o errado, havia muita coisa inegociável e fim de papo. Só que, na real, o que tenho de diferente dos outros não é ser assim, é ter regras muito esquisitas e mirabolantes, porque a gente vai descobrindo que todo mundo é bastante intolerante.
Porém, depois que comecei a lidar melhor com meus interesses românticos, mais ainda depois que comecei a namorar, e muito mais ainda depois que casei, acho que já não sou mais aquele tipo de conselheiro amoroso que segue regras. Ou, se sigo, são muito poucas. A minha regra é que ninguém é igual, então não existe de forma alguma uma maneira de pré-definir o que é melhor pra todo mundo. Simplesmente não tem como. Todo mundo que joga regras de relacionamento está, basicamente, colocando pra fora suas carências. Se você tá interessado numa pessoa com esse gênio, um excelente caminho é pedir pra ela cagar regra em relacionamento alheio, ela vai te dizer tudo aquilo que ela gostaria que fizessem com ela na tranquilidade.
Muitos não-monos botam pra fora medos, ansiedades, etc. na internet - e nada mais natural, ser não-mono é o inconvencional, é sempre mais difícil carregar algo quando o mundo tem um preconceito fudido com você, todo meu apoio aos não-monos. Mas é interessante a quantidade de monos que acabam fazendo a mesma coisa, atacando essas pessoas, dizendo que tudo isso é conversinha pra ficar com mais pessoas, que elas são vagabundas, que "não vai comer minha esposa não". Tudo isso é um sentimento de ansiedade. Sem contar as pessoas cuja raiva é, na verdade, um trauma, de ter ficado com alguém que não queria terminar o relacionamento mas só conseguia enxergar como saída abrir.
No fundo uma pessoa segura do seu relacionamento é pouco interessada em botar pra fora que seu modelo é bom, e muito menos interessada em dizer pra alguém que seu modelo é ruim. É muito pouco interessada em dizer o que dá certo e o que não dá certo, porque isso não existe. Talvez você esteja acreditando que existe um modelo certo de relacionamento porque só convive com pessoas relativamente parecidas contigo.
Existe uma imensa variedade de culturas, pessoas, criações, e para cada uma delas existem particularidades que são só delas, que ao se misturarem com as suas particularidades formarão algo chamado "relacionamento entre você e tal pessoa", ou tais pessoas, sei lá. Onde o conjunto de regras só vocês entendem, onde às vezes vocês sacrificarão coisas que não fariam sentido pra muita gente, que nem todo influencer psi de Instagram diria que é certo, que viraria polêmica do dia no Twitter se vocês fossem famosos, ou também o contrário: pode acontecer de vocês optarem por não sacrificar ou exigir um tipo de sacrifício que a sociedade considera comum ou até obrigatório num relacionamento. Tudo pode acontecer.
Ou seja: no final das contas, todo mundo que tem muito a dizer sobre relacionamentos alheios é carente. Quem diz que um relacionamento terminou por tal motivo, talvez, só esteja desesperadamente querendo dizer que não gostaria que tal motivo acontecesse dentro do seu próprio relacionamento. Você já parou pra pensar que esse motivo, que você julga tão importante e essencial, talvez não seja assim uma bomba pra todos os relacionamentos? Talvez tenham pessoas por aí que convivam com esse dilema e ele seja uma coisinha pequena, você só está se entregando mesmo. É tipo quando você morre de medo de ser corno e descobre que, sei lá, 90% das pessoas têm chifre e nem todo mundo faz disso um grande caso. E o contrário também, quando dizem "ayyyyy eu não terminaria por uma coisinha assim tão pequena", você tá o que, sugerindo pra uma das pessoas envolvidas que ela pode se envolver contigo que vai ser diferente? ...quem garante?
Eu já fiz tudo isso, de fato estou me entregando também, como todo mundo quando escreve sobre relacionamentos. Só estou metralhando várias regras aqui que, talvez, nem sejam verdade. E, de fato, nem sempre é verdade, mas estou consciente de que estou dando um limiar, não um fato concreto.
Acho que os fofoqueiros são muitas vezes curados de vacilar dessa forma porque a fofoca tem uma superioridade em transparência com relação às regras e opiniões mais polidas. Na fofoca a gente já se coloca como esse ser sorrateiro, que não tem boas intenções, que está a mercê de seus próprios sentimentos, inclusive os mais baixos. Na fofoca você fala porque tem inveja, e às vezes brinca com isso. Você fala porque não gosta de tal pessoa, porque ela fez isso pra você, então que bom que ela se ferrou. Ou fala porque tal pessoa era tão bonitinha ou legal, ela não merecia isso, "ah se caísse na minha hein... eu faria tudo o que tal pessoa não fez pra esse gostose".
Na cagação de regra, na opinião, no textão, por outro lado, você faz de tudo pra não transparecer isso, mas às vezes a grande motivação por trás de tudo isso é... algum desses sentimentos mais "baixos", mesmo. Às vezes você só tá querendo pica e não tá sabendo pedir. Eu já fui um jovem crente solteiro e é impressionante o tanto de regra que elaborei pra sobreviver à própria carência, como fiquei preso a essas regras, prendi outras pessoas nessas regras, coisa que um bom chá daqueles que a gente gosta tiraria com a mão.
A verdade é que nenhuma dessas regras segurou meu namoro e meu casamento até hoje. Só duas coisas seguraram: eu e a minha esposa. As regras a gente foi inventando, jogando fora e reinventando conforme a necessidade. Todo bom conflito de casamento envolve, justamente, realinhar as regras, redesenhar os limites, e aí você vai cada vez mais fugindo da convenção e se tornando mais aquilo que só você e a outra pessoa são.
Por isso eu não levo a sério a opinião de ninguém sobre um relacionamento*. Só as pessoas lá dentro é que sabem, mesmo.
*Eu não acho que seja válido eu entrar num tema mais sensível como violência, gaslighting, essas coisas, porque aí a conversa é outra e teria de fazer um post só pra isso. E eu obviamente não sou nada qualificado pra isso, né, meus queridos. Além de não ser um profissional eu sou homem, não me considero bom pra tocar em temas sensíveis que só existem por conta do machismo.
Não façam como eu faço muitas vezes: beba bastante água e faça muitos exercícios físicos. Eu vivo dizendo que só funciono de tarde e de noite, mas consigo muito bem amenizar esse problema cuidando da minha saúde. Não dá pra pensar bem de manhã sem tomar água, o cérebro não funciona bem sem isso. Não adianta tentar fugir do exercício físico, eu estou fugindo dele desde a pandemia mas ele tá me encontrando, não tem jeito.
Não dá pra trabalhar com programação com o corpo bichado.
Seguramente digo que faz bem pra sanidade de todo mundo não debater algumas questões com crente. O aborto é uma delas. Pra falar a verdade, eu não sei exatamente em quais questões é tranquilo debater com crente, mas tem umas que são só arrumar sarna pra se coçar.
Estou generalizando mas, assim, é claro que existe uma diversidade de crentes, só que estou falando de um tipo que acredito que é o que mais aparece por aí: o tipo que está cem por cento integrado com o aparelhamento conservador de diversos setores da sociedade. Eles não são tantos assim, mas são todos os que você vai ver se não for crente de outro tipo, porque são os queridinhos da mídia, seja porque pagam a mídia, seja porque são a oposição perfeita pra esse mesmo tipo de mídia. Os evangélicos fundamentalistas são o demônio que toda a mídia ama ter pra causar medo e nojo no resto da sociedade. Tem muita gente que, para falar mal de pobre e de preto, gosta do estereótipo do fundamentalista porque aí ele fala mal do pobre mas disfarça dizendo que está falando mal do crente.
O problema é que esse é o "Momento crente" então, ao menos teoricamente, eu estou falando "para" crentes. E, na real, não tinha outro assunto pra eu falar não. Esses dias atrás vi um podcast cristão que eu gosto recomendando dois episódios com um pilantra sem vergonha neofacho, de quem conquistei um block nos meus áureos e fervorosos tempos do Twitter, e me incomodou profundamente saber que... é, é isso aí mesmo, é assim que é. (eu ainda não cheguei nesses episódios, mas estou perto, nem sabia que esses episódios existiam e estou até com medo de chegar lá)
Aí esses dias vieram me mandar um vídeo de alguém argumentando sobre um desses assuntos aí que evangélico já recebe o chip pré-programado no domingo e nas redes sociais do pastor pra comentar na internet, e era um argumento meio que de acordo com o que eu penso, da boca de um pastor. Foi uma pessoa que não era evangélica que me passou e disse "olha... nem sabia que tinha pastores que pensam assim, diferente", e eu respondi que até concordava mas achava completamente inútil, um esforço que me causa repulsa só de ver, porque sei que ninguém está interessado em ouvir ninguém. Uma pena, né? Uma pessoa tendo reação positiva com um pastor evangélico, e tudo o que resta dentro de mim é amargor e cinismo, poderia ter celebrado com ela mas não tive forças.
É que são debates inúteis, cortinas de fumaça, distração, perda de tempo, palanque político, caça-clique, cassino de votos. É só isso que penso de determinados assuntos que, assim, são muito importantes, mas só são utilizados para avacalhar com tudo. Quando você vê determinados setores evangélicos martelando muito algo, ignore todos os argumentos, o interesse deles é outro. Aborto é um desses, "banheiro unissex" é outro, "perseguição aos cristãos" é outro. As pessoas já entraram nesses debates com suas certezas pré-moldadas e ficam procurando fontes pra validar suas certezas, essa fonte geralmente é paga com o dinheiro deles mesmos, e aí a gente fica assistindo esse Ouroboros da estupidez. É tudo pra eles sentirem que estão lutando por justiça, que estão do lado certo, que são santos e diferentes de todo mundo (mesmo em questões que maioria das pessoas concordam com eles, eles precisam fazer o escândalo, precisam ser tão ridículos para que até quem concorda com eles tenha medo de se associar), essas porcarias aí, nada tem ligação com a vida real.
Por isso eu não tenho mais paciência. É um circo, não tenho nada a ver com isso. Eu me estressava vendo gente postando coisa na internet. Uns 5 anos atrás eu tentava argumentar, achando que as pessoas queriam um debate, que as coisas seriam resolvidas em debate, que seria lindo, maravilhoso, e tudo mais. Há um tempo eu percebi que não existe isso de argumentar. E recentemente descobri que minha sanidade é muito preservada se eu nem ver esses movimentos macabros de igrejas tomadas pela politicagem vagabunda da onda de 2018.
Agora não me estresso mais. Corto o mal pela raiz. Vi algo que me deixou nervoso? Eu corto. Não uso a internet pra ficar nervoso, minha vida é muito curta pra ficar nervoso de graça. Existem muitos debates que me estressam mas eu gosto de participar, porque eles são produtivos, eu aprendo, eu discordo, descubro que estou certo, descubro que estou errado, descubro tudo, mesmo porque não sou lá uma pessoa muito culta. Nenhum desses debates pode ser feito por um evangélico fundamentalista. Por isso, eu só corto. Sanidade preservada. Dia seguinte chegando com sucesso. Adeus. Tchau.
“Ah você não vai dar sua opinião sobre o aborto?” não, não tenho uma opinião. Assunto muito difícil. E tenho raiva de quem tem e diz que é simples. Que vá mamar um babuíno.
E espero que semana que vem eu tenha um assunto melhor nessa seção. Possa falar de um Salmos, sei lá.
Enfim, estamos encerrando mais um Fazer nada é TUDO, esse um pouco mais curtinho do que o costume*. Não queria mesmo me estender demais então tomara que tenha ficado satisfatório. Estou também com muito pouco tempo disponível pra escrever, mas quero manter isso aqui. Também estou pensando em mudar isso aqui pra segunda, porque vi duas pessoas falando que ninguém posta newsletter de segunda e acho que consigo fazer isso, ainda mais porque minha newsletter tem pouquíssimo de “news” então dificilmente vá fazer diferença pra mim o que acontece no final de semana.
*Com as imagens voltou o tamanho normal. Eu até reduzi o número de tópicos. Não sei o que acontece, família, eu escrevo demais. Foi mal.